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domingo, novembro 30, 2003

"Little Bloggers" 

Por ocasião da festa de aniversário de uma linda menina de nome Inês reuniram-se alguns potenciais bloggers da nossa blogoesfera, cujos futuros Blogs poderão ter nomes como: "carrinho de linhas", "no meio do sofá" ou mesmo "comtudo".

Fartaram-se de brincar e segundo consta ficaram com imenso assunto para os seus futuros posts, ficamos à espera: cresçam e apareçam.

Os papás bloggers aguardam ansiosos pelos vossos blogs cheios de imaginação, enriquecidos pela originalidade das vossas palavras, pela jovialidade de pensamentos e pela modernidade/actualidade dos assuntos.

Os nossos "little bloggers" são o máximo!

sexta-feira, novembro 28, 2003

O Presente Perfeito 

Existe??? Qual é? Onde se compra? Como se sabe se é aquele mesmo?
Começou a maratona do shopping centre, a corrida ao presente perfeito, o ideal para cada um: pais, filhos, avós, amigos, amigos dos filhos, maridos e mulheres.

A verdadeira dor de cabeça. Apenas num mês, que por sinal é bastante mais curto que o normal, por entre milhões de pessoas, de carros de supermercado, de parques de estacionamento cheios, de chuva, de frio e sei lá que mais temos de comprar 20 Kg de presentes.

E cada um tem de ser o ideal, o perfeito para aquela pessoa que tanto nos diz, que tanto estimamos.

O consumismo acaba por atenuar completamente aquele espirito de caridade e boa vontade de que se devia vestir esta quadra.

Acabo as compras de natal, quase sempre na véspera da véspera ou mesmo na véspera com a sensação estranha de que me esqueci de alguém, ou com as maiores dúvidas sobre cada presente.

Dá-me um certo gozo comprar alguns presentes, os das crianças, os surpresa do meu marido ou aqueles em que me surge alguma ideia luminosa e tenho a certeza de que quem o vai receber vai adorar.

Hoje, passei a manhã num dos hipermercados de Lisboa, tive muitas certezas, algumas hesitações, mas de uma coisa não dúvido: todas as crianças que os vão receber, de uma maneira ou de outra, vão ficar felizes com eles.

São presentes especiais para crianças muito especiais, já lá vão 8 anos que a ala pediátrica do IPO tem um natal mais colorido.
Orgulho-me de poder contribuir (de uma maneira muito pequenina) para muitos sorrisos, sorrisos que perduram no meio de muito sofrimento.

Se o presente perfeito existisse e tudo fosse possível, eu pedia de presente o encerramento da ala pediátrica do IPO por inexistência de pacientes.

Aí sim, tinha o presente perfeito, num Natal perfeito.

UMA QUESTÃO DE PRIORIDADES 

Alguns jornais garantem que, no orçamento de Estado para 2004, o governo vai cortar na educação e vai investir mais na defesa.
Ou seja, a boa notícia é que vamos ter submarinos e helicópteros novinhos em folha.
A má notícia é que vamos continuar a ter alunos universitários a escrever élicoptero e subemarino.

quinta-feira, novembro 27, 2003

À volta da mesa 

Filosofámos, maldissemos e bemdissemos, cavaqueámos pura e simplesmente.
Foi diferente do habitual, pela companhia, pelo espaço escolhido, pelas conversas.
Não foi melhor, nem pior, apenas diferente.

Rimos muito. Não devíamos! Faz rugas...Já estamos em boa idade de nos preocuparmos com estas ninharias de outrora.

O strudel de queijo de cabra e cogumelos estava óptimo, o sumo de maçã e limão divino, para o parfait de chocolate e laranja simplesmente não tenho palavras.

Continuámos a rir, em sintonia, o motivo era comum, não havia espaço para pensamentos ou recordações nostálgicas.

Não nos deixámos abalar pela melancolia da quadra que se aproxima, que infelizmente não é só de alegria e boas recordações.

As despedidas foram no habitual tom de saudosismo e de até sempre. Embora pouco, estamos fisicamente distantes, mas em completa sintonia quando nos juntamos.

Estes almoços mágicos revitalizam-me. O regresso destrói-me, há tanto para viver lá fora, e eu aqui encafifada, metade da minha preciosa existência.

Restam-me as lembranças e o desejos, e a hora de partida que se avizinha. E o "à volta da mesa" de cada dia...

America's Cup 

De certeza que quando escolheram Valencia pensaram nas vantagens todas que aquela bela Cidade espanhola oferece, boas infra-estruturas, bom alojamento, Ibiza por perto, auto-estradas/vias rápidas boas e GRATUITAS (falta-lhes a Brisa!), muita animação fora de horas e um mar bastante mais pacifíco que o nosso atlântico.

Realmente nós não temos tudo isso para oferecer, temos muito boa vontade, uma Comissão Organizadora super empenhada (da qual faz/fazia parte uma grande amiga minha), mas pouco mais.

Factor positivo, talvez esquecido, mas que creio pesa bastante a nosso favor : nós não temos todas as qualidades de Valencia, mas também não temos a ETA!!!

Enfim, não se pode dizer que tenhamos perdido, apenas não ganhámos.
Vamos ficar a ver os outros velejar e talvez numa próxima copa, lá para 2011 ou 2015 já estejamos suficientemente preparados para receber tão nobre evento.

quarta-feira, novembro 26, 2003

Isto é Política!!! 

Afinal os nossos políticos não andam assim tão adormecidos!
Alguns andam muito dinâmicos, pro-activos, propagandistas, para não falar em vaidosos...

Juízos de valor: nada a acrescentar, para todos os gostos e com várias opções!

Amizade 

Já passou quase um ano desde aquele dia de pesadelo, aquele dia em que soubemos que algo de insólito e trágico se tinha passado, mas do qual nunca imaginámos que o desfecho fosse o que foi.

Durante um mês acreditámos que tudo não passaria de um pesadelo, fomos enchendo a mente (a nossa e a tua) de esperança. Infelizmente, a esperança não foi a última a morrer.

Naquela altura, todas as forças foram vencidas, todos os ânimos derrotados, todas as esperanças desvanecidas.

No entanto, hoje, depois de te encontrar “minha estrelinha”, fiquei tranquila por te sentir calma e em paz. Percebi que ao contrário de tudo o que te possam dizer, não esqueceste, não ultrapassaste, apenas estás a tentar seguir o teu curso de vida com esta perda irreparável.

Não sei se é assim que tem de ser, cálculo que seja, foi o que tentei fazer quando perdi uma parte de mim (mas uma parte que pertencia à minha avó, que pela lei da natureza já tinha feito o seu grande trajecto entre nós). Foi difícil de aceitar, mas talvez mais simples de racionalizar. Perder alguém que ainda nem percorreu 1/3 do caminho, não dá se quer para imaginar.

Este ano a nossa árvore (Natal) não vai ser iluminada, nem este ano, nem talvez nos próximos, se quisermos luz basta olharmos pela janela e de certeza vamos encontrar uma estrelinha no céu, uma única que seja, vai servir para nos confortar.

Gosto muito, muito de ti e espero que não fiques zangada por te dedicar este post, a ti e ao Miguel.

segunda-feira, novembro 24, 2003

Natal, Natal...Sintra, Sintra! 

Como o Natal tem a capacidade de fazer as crianças felizes.
Ontem fizemos o circuito de luzes de Natal, pela nossa bela Vila de Sintra, a excitação dos miúdos era tão grande: mãe olha aquela estrela gigante, olha o muro todos cheio de luzinhas e a árvore de natal gigante (do paço real), já é natal mãe???
Faltam quantos dias para as prendas? Olha as árvores estão cheias de estrelas com luz, podemos ficar aqui mãe?

Realmente Sintra está linda, desde o Olga Cadaval, passando pela estefânea, pelo quarteirão, o antigo edifício da Câmara, o novo, a volta do duque, o Paço, está tudo cheio de luz, que envolta pelo arvoredo, agora cheio de cores de Outono, torna Sintra numa Vila ainda mais misteriosa e mágica.

sexta-feira, novembro 21, 2003

"New generation"... 

-Gui estás a portar-te malissimo. Desta maneira não vão haver prendas de Natal. O Pai Natal vai ficar tristissimo contigo e não te vai trazer nada.
- Oh Mãe! Não sabes que o Pai Natal não existe???
(POOOIIIMMMM! quase morri, o meu menino já não acredita no Pai Natal????)
- Claro que existe e não te vai dar nada!
- Mãe, quem existe e trata das prendas é o Menino Jesus, o Pai Natal apenas as transporta.
- Ah! Afinal, existe?
- Não sei muito bem...Mas não é tão importante como o Menino Jesus.
- Está bem, está bem. Sendo assim, se te portas mal o Menino Jesus não manda fazer e entregar os teus presentes.
- Está bem Mãe, vou tentar portar-me bem...

Estas crianças de agora estão a ficar demasiado informadas, modernizadas, futuristas, visionárias, politizadas e sei lá que mais.

O Gui já diz Dahhh! em vez de Bahhh. Deve ter qualquer coisa a ver com um anúncio de telemóveis que anda por aí agora!

quinta-feira, novembro 20, 2003

O Amor Acontece... 

Por isso, não experimentei nada de experimentalismo (ainda me vou arrepender, mas enquanto as críticas saem e não saem) vou-me divertindo a comentar as estórias do filme.

A menina dos Açores vai muito bem (tal como o "nosso" Pauleta), deve ser do queijo Terra Nostra. A família dela também não vai nada mal, mas deixem que vos diga, ainda nos conseguiram por mais cromos e emplastros do que na realidade somos.

De certeza, que estava à escolha (ou foi um mero sorteio), mas como os outros escolheram primeiro, nós ficámos pelos bregas/labregos (e ainda por cima damos beijos na boca uns dos outros). ía jurar que isso é coisa de russo!

Balanço final da coisa: os portugas são uns pacóvios, as americanas são todas umas putas, os brasileiros homossexuais, o presidente dos EUA (seja qual for e bem ao molde do Clinton) é sempre T.S. e o PM Britânico no meio do charme e da auto-determinação que transparece é meio lélé da cuca.

O Sr. Feijão não devia ter muita disponibilidade para a coisa, deu alguns minutos do seu precioso tempo á produção e não se saiu nada mal.

Não está mal não senhor. Recomenda-se como anti-depressivo. No entanto, aconselha-se a saída da sala 30 minutos antes do "The End", poupa-nos as cenas eventualmente chocantes (as tais dos pacóvios!!!).

quarta-feira, novembro 19, 2003

Na linha do Experimental - Vou experimentar 

Anthony Braxton

Anthony Braxton Standards Quartet (Lisboa)
É considerado um mestre da vanguarda musical, embora nunca tenha reunido a unanimidade do "establishment" do jazz. O norte-americano Anthony Braxton vem a Portugal para dois concertos a não perder: actua em Lisboa (Culturgest) no dia 19 de Novembro, subindo no dia seguinte ao palco do 12º Guimarães Jazz no papel de atracção principal.
Compositor, saxofonista e clarinetista, Braxton é conhecido por uma notável habilidade para tocar velhas formas (influenciado sobretudo por saxofonistas como Warne Marsh, John Coltrane, Paul Desmond ou Eric Dolphy) travestidas de interpretações originais, que abraçam a sátira como elemento fundamental de regeneração.
O músico de Chicago faz-se acompanhar por Kevin O'Neil (guitarra), Kevin Orton (bateria) e Andy Eulau (baixo), que completam o Anthony Braxton Standards Quartet.

PÚBLICO


Pela vida, a filosofar 

Quando andava na Primária (3ª / 4ª classe) e me pediam para fazer uma composição, tinha dois temas preferidos, e por sinal bastante profundos! "Ser Feliz é..." e "Ser Amigo é..."

Havia quem gostasse de escrever sobre as estações do ano, sobre o que gostaria de ser quando fosse grande, sobre animais, carros e a família, eu gostava de falar de felicidade e amizade, enfim, cada criança uma mania.

Em dia de arrumações encontra-se tudo e num dia destes deparei, no meio de dezenas de papeis, com uma das ditas composições que falava de amizade.

"Ser Amigo é..."

Ser Amigo é ser fiel.
Ser Amigo é gostar tanto do outro que se consegue perdoar tudo.
Ser Amigo é brincar o dia todo e não ficar cansado do(s) companheiros.
Ser Amigo é saber que depois de uma zanga se fazem as pazes.
Ser Amigo é não dizer mal nas costas.
Ser Amigo é rir muito dos disparates que ele diz e partilhar das tristezas quando está triste.
Ser Amigo é querer ser ou ter igual, mas não invejar.
Ser Amigo é ter saudades quando se está longe.
Ser Amigo, não tem dias, nem horas, é-se e pronto!
Ser Amigo é gostar muito e partilhar.
Eu gosto muito dos meus Amigos.

Era assim que rezava a estória na 4ª classe e creio que continuo a seguir a mesma linha de pensamentos. Por isso, costumo dizer que conhecidos tenho muitos, amigos bem menos, mas muito bons e estou sempre pronta a apoiá-los quando precisam, sem nunca pedir nada em troca.


terça-feira, novembro 18, 2003

Iuuupppiieeeeee! 

Consegui por um contador, não sei vai funcionar, mas foi mais um passinho.
Para uma naba como eu, foi mais um passo de gulliver!

Viva eu...

Parabéns ao Rato Mickey, pelos seus 75 anos 


O Rato Mickey, que o ex-presidente norte-americano Jimmy Carter descreve como "um embaixador da boa vontade e da paz que fala a língua universal da amizade", celebra, terça-feira, 75 anos.


Mickey, um ratinho de grandes orelhas arredondadas e negras, cuja fisionomia e silhueta tem alegrado gerações de crianças por todo o Mundo, é a mais célebre criação de Walt Disney.

Apareceu em público, pela primeira vez, em 18 de Novembro de 1928, no pequeno filme de animação "Steamboat Willie", paródia de um filme do grande cómico Buster Keaton.

Depois, impôs-se como um ídolo da América do século XX e personifica um dos maiores impérios mundiais de divertimento, o Grupo Disney.

Para assinalar os 75 anos da sua mascote, o grupo Walt Disney organizou uma série de acontecimentos, entre os quais a reedição do filme "Os três Mosqueteiros", uma edição de selos e estátuas do pequeno roedor, que vai rejuvenescer já no próximo ano, quando estrear o filme "Eram duas vezes o Mickey no Natal", onde o ratinho aparecerá a três dimensões.
Fonte: Agência LUSA

Aqui ficam os Parabéns ao meu idolo da infância e juventude. Parabéns Rato Mickey!

Não posso dizer ás crianças quantos anos ele faz, senão vão achar que em breve ele será uma estrelinha...

O Regresso de Noddy 

Felizmente vais voltar! Já amanhã, pelas 19h30, na 2.

Não foi fácil, tivemos de chatear os Srs. da TV e pedir-lhes por favor, dizer que as nossas crianças estavam infelizes, insatisfeitas, não queriam comer, nem dormir.
Precisavam do amiguinho de todos os dias de volta.

Argumentaram, que já tinham passado a totalidade dos 100 episódios por 3 vezes, tinha acabado o contrato inicial feito com a BBC. Contra-argumentámos que podiam fazer um novo contrato, passar pelo menos mais 3 vezes, nada disseram, mas pelos visto algo fizeram.

Obrigada pelo regresso do Noddy. Lá em casa já se espera ansiosamente pelo amanhã, 4ª feira, dia 19 de Novembro, 19h30, RTP2.

Feliz regresso ao lar...Noddy. Lá em casa todos gostam muito de ti.

segunda-feira, novembro 17, 2003

Dicas! 

Música
Em 2001 o álbum «La Revancha del Tango», dos Gotan Project, lançou este trio franco-suiço-argentino para as luzes da ribalta da música electrónica. Ninguém lhes ficou indiferente. A paixão do tango argentino volta a dar braços com a sofisticação da electrónica europeia, num concerto intimista e atmosférico a não perder! Na Aula Magna no próximo dia 5 de Dezembro.

Teatro
As Obras Completas de William Shakespeare (em 97 minutos) é uma comédia/farsa hilariante. Numa versão vertiginosamente acelerada, todas as 37 obras de William Shakespeare - passando pelas tragédias, pelas comédias, pelas peças históricas e até pelos sonetos - são apresentadas em forma de comédia. Este que é um dos maiores sucessos da história recente do teatro português, está em cena desde 1998. A ver!

A Boneca 

Passou lá por casa uma Boneca.

Tem cabelos dourados, olhos cor de mel e algumas pintinhas no nariz.

É alegre e bem disposta, sorri a cada palavra.

Brincou até se cansar, dormiu que nem um anjo, sorriu ao despertar.

Acompanha o pestinha nas piratarias e o menino Gui nas brincadeiras mais sérias (games boy e afins...).

Eles adoram-na, nós também!

Foi muito simpático tê-la connosco, tens de voltar mais vezes Bonequinha.

sexta-feira, novembro 14, 2003

Estrelas 

Não as de Hollywood!

Definitivamente hoje estou nostálgica, já há algum tempo que descobri o texto que vou transcrever e achei curioso, porque tinha em determinada altura tentado explicar ao meu filho mais crescido, que tem 5 anos, na altura teria uns 3, para onde tinha ido o Pipo (o nosso cãozinho de Sintra).

Expliquei-lhe com palavreado de criança, que quando os cãezinhos morrem vão para o céu e transformam-se em lindas e brilhantes estrelinhas. Perguntou-me, algum tempo mais tarde, quem eram os Srs. das fotografias e onde estavam.

Eram fotos dos meus avós paternos, que eu tenho sempre na estante, para além da memória. Respondi-lhe que estavam também no céu, perto do Pipo.
Ficou satisfeito com a resposta.

Em certa noite, vi-o olhar atento para o céu e de seguida perguntou-me: Mãe achas que aquela estrelinha que está ali a brilhar tanto é do Pipo, ou do Avô Raúl.
Respondi-lhe: "Meu Amor é de quem tu quiseres, de quem achas que é?"
Acho que é do Pipo, mas a do Avô Raúl está logo ali ao lado.
Estou a ver, são ambas lindas e luminosas.
Senti-o tranquilo e em paz.

Pareceu-me ter encontrado uma boa opção de resposta a uma questão tão delicada.

Este verão, fomos de férias para os Açores. Numa ilha, sem poluição, com tanto verde e tanto mar, qualquer lua tem um luar infinito, qualquer estrela brilha com mais intensidade, um céu estrelado tem milhares de estrelas.

Numa das noites, o Gui olhou para o céu e disse-me: Mãe, nos Açores já morreram imensas pessoas e animais, olha para o céu, está cheio de estrelas.

Gostava de acreditar, como o Gui, que a morte como a vida pode ser poesia, pode ser encanto, pode ser eterna. Daí ter-me ficado na memória o texto:

"Um dia quando desapareceres.....
o teu corpo vai transformar-se em milhares de estrelas
e quando isso acontecer...
quem olhar para o céu vai apaixonar-se pela noite... "

Da Sophia...para a Sophia 

e se ela não se importar para algumas pessoas de que gosto muito, que já perderam tanto e continuam a ter as mãos e o coração cheios! (de coragem, de carinho, de esperança)


«Apesar das ruínas e da morte

onde sempre acabou cada ilusão

a força dos meus sonhos é tão forte

que de tudo renasce a exaltação

e nunca as minhas mãos ficam vazias.»

(Sophia M.B. Andresen)

quarta-feira, novembro 12, 2003

Desblogueador de conversa 

-Tem veneno pra ratos?

-Sim!, Vai levar? - Responde o indivíduo.

-Não, vou trazer os ratos pra comer aqui!!!

Uma Estória de Encantar  

Por EDUARDO CINTRA TORRES Segunda-feira, 10 de Novembro de 2003

"Era uma vez um príncipe, muito alto e muito bonito, herdeiro de grande e poderoso reino. Chamava-se Filipe e tinha 35 anos. Há muito que o rei e a rainha andavam apoquentados por estar ele em idade casadoira e não haver meio de encontrar noiva a condizer consigo e com a próspera pátria. Era tão grande o desassossego que o reino quase todo já trocava os ii com os vv e dizia "novia" em vez de noiva.
Montando fogosos cavalos de ferro, voando em belos pássaros de fogo, Filipe procurava, incansável, no reino e no mundo, uma princesa que assentasse no sapatinho do seu poder. A todas ele experimentava, mas não, não era nunca a princesa encantada.
Os anos passavam. Havia muita consumição na família real e no reino, porque os príncipes precisam de princesas para procriar no casamento, como mandam fazer a seus súbditos. O príncipe sabia, ó se sabia, que a função biológica da procriação é a mais importante de todas as de um príncipe, porque se os príncipes não tiverem filhos acabam-se os príncipes, e, por arrasto, acabam-se os reis também. Mas sabia também da maldição que recaía sobre muitas famílias reais, em que não se consegue casar, ou procriar no casamento, ou ter mais filhos que a maioria das famílias vulgares que fazem coisas vulgares, incluindo as coisas que fazem nos pobres leitos conjugais.
Certa noite, inconsolável e arreliado, recolheu Filipe a seus aposentos logo depois da ceia sem mesmo dar aos que àquela hora servem ainda um príncipe herdeiro as boas noites (e ele, a dá-las, diria "buenas noches").
Depois de preparar uma antiga poção mágica escocesa contra o enfado (poção com 12 anos de idade que ele misturou com água borbulhante e duas pedras de gelo) sentou-se Filipe num sofá confortável - mais que um trono -, e pegou numa arma terrível que se espalhara muitos anos antes por todas as casas dos súbditos do reino. Um telecomando.
Enquanto bebericava, pôs-se o príncipe a praticar distraidamente o desporto favorito de seus súbditos, "el zapping". A poção mágica produzia um suave efeito conciliador nas suas emoções desencontradas, mas não tanto que o fizesse esquecer o grave problema que sobre a sua coroável cabeça pendia.
Saltitando de canal em canal, o príncipe dava por si a pensar quão pobres eram os cidadãos do seu país e os do mundo todo para entregarem tanto tempo a tamanha sensaboria. "Pobrecitos, pensava, não têm dinheiro para não verem televisão." E, ali no palácio dourado, magoava-o pensar que os seus concidadãos eram pobres.
A poção escocesa adocicava-lhe o corpo, enquanto o polegar carregava sem cessar na tecla mais do telecomando, fazendo do ecrã uma luz intermitente, tremeluzindo como os néons das cidades proibidas que o príncipe visitava longe dos jornalistas das revistas do coração, por não serem aquelas visitas visitas do coração.
O som dos canais chegava aos solavancos por causa de "el zapping". De um canal vinha a palavra "pues", de outro "esta", de outro "noche", de outro "hay", de outro "que resolver", de outro "un problemazo". No seu cérebro adormecido, se tal se pode dizer de um príncipe, pensava ele se seria a poção mágica ou a televisão que lhe dizia "pues esta noche hay que resolver un problemazo".
Tecla mais, mais, mais... Sempre os canais mudando, sempre a luz intermitente... o príncipe sentia-se agora bem. Olhando o ecrã sem o ver claramente visto, como que encantado pela luz, balbuciava para o televisor uma lengalenga de infância com que a rainha sua mãe o embalava: "Espelho meu, espelho assim, haverá no reino alguma princesa p'ra mim?" 1.
E, num repente, um tão de repente como nas outras estórias de príncipes, o príncipe viu no ecrã a sua princesa, como se a tivesse visto sempre, como se ela fosse ele e ele ela, os dois atraídos por aquela luz, unidos pela pele do ecrã, ele olhando-a embevecido como qualquer súbdito a olharia, ela do lado de lá olhando como se fosse só para ele. Era ela - e, ó alegria!, felizmente era no canal oficial do Reino!
O príncipe olhou a futura princesa, prendada na profissão de apresentadora de televisão, bonita, inteligente e com a grande mercê de já conhecer as coisas da vida, pois felizmente era divorciada. O príncipe percebeu que uma rainha é uma apresentadora da monarquia. Fulminado, escolheu-a. Ela era mais conhecida do povo que as filhas de condes e duques e mais intimamente amada que as das capas das revistas, pois ela era toda audiovisual, toda som e imagem em movimento, palavra e gesto.
Letizia de seu nome, nome latino significando jóia e bom augúrio, nome de deusa da abundância e da fertilidade, e não Letícia, por erro ou oráculo inconsciente dum funcionário do registo civil das Astúrias, ela, Letizia, assentava no sapatinho do poder. Das Astúrias veio como Borralheira, às Astúrias voltará sua princesa. O príncipe pensou: ela, a Letícia da televisão, será a notícia. E, assim, o príncipe casou com a televisão, como faz o povo todo.
Amaram-se, ele, que já a conhecia da televisão, ela, que já o conhecia da televisão. Encontrarem-se foi reverem-se. Juntarem-se os dois foi passarem da montagem em planos contíguos, ao mesmo plano televisivo e, quiçá?, quiçá?, a quartos contíguos. Ele, que era príncipe, rei será. E ela antes de ser rainha já o era da televisão. O povo aprovou. Foram felizes para todo o sempre, sendo este sempre o momento em que se conta a estória, pois nunca digas desta Diana não beberei.
Entretanto, num pequeno país ao lado, o povo vivia sem estórias de príncipes nem princesas e oprimido por políticas comunicacionais do Governo e do presidente a fazer lembrar a da bruxa má. Nesse pequeno e pobre país as apresentadoras de televisão não tinham as mesmas hipóteses de sonhar das Letizias do reino ao lado. Não podiam, como Letizia, sonhar com El Gordo, porque El Gordo não havia, só a Taluda. E, assim, o máximo que conseguiam era uma ligação com um presidente dum clube de futebol ou um casamento com um autarca comentador da bola ou com um ministro da Cultura depois comentador. Coisas de repúblicas.
Nesse pequeno país, vivia-se por empréstimo, quem sabe se a crédito, a estória encantada do príncipe do reino vizinho. Aprovava-se a escolha de Filipe e augurava-se-lhe um grande e feliz reinado. Desde que ele não tentasse ser Filipe IV de Portugal."
1 Traduzido do grego pelo autor.


Como seria de esperar, tudo aconteceu quando ele se sentou no "canto do sofá", mais que um trono! e pegou no telecomando.

Até a vida da realeza gira em torno de um simples canto de sofá...

Almoço Biológico 

Palete de Cores - Cap. II

Estava tudo fantástico, à séria! (expressão que a minha mãe se recusa a compreender - ou é "a sério" ou simplesmente não existe..., talvez tenha razão).

Continuando.

Os nomes da maioria das coisas eram estranhos, tufus, seitãs, sésamos (não a rua), sojas e afins...

Mas, não deixavam de ser bons e coloridos, tal como a parede, de um lindo verde alface (seguramente biológica!) e a minha paschmina rosa beringela (of course, bio).

Seguiram-se os cafés bio, com açúcar BIO e a tarte de laranja "hiper-bio" (como poderei caracterizar uma tarte que não leva açúcar, nem ovos? e possivelmente nem laranja levava...).

Continuo a afirmar, convictamente, que estava tudo Bi-óptimo.

Depois de um almoço super rejuvenescedor e bio-simpático, porque não um passeio pelo oriente, igualmente refrescante e de deixar algumas alminhas de olhos em bico.

Finalmente uma incursão, ao mundo geométrico, das esquinas oitavadas, onde a palete e o bio-dispendioso se misturam em sintonia arrepiante, principalmente à saída, dolorosa...de mãos a abanar, deixando para trás ideias fantásticas, bio-sensacionais, coloridas.

Pudemos repetir o programa e o regresso ao mundo Bio, o verde ficou-me na memória como simbolismo da leveza, da pureza e das baixas calorias de uma fantástica refeição...BIO!

A Febre do Jingle Bells 

Nos pequeninos

Começou a loucura, papam a publicidade toda, se antigamente os desenhos animados dos 4 canais e do Panda eram àvidamente survidos pelos seus olhinhos luminosos, agora os intercalares de publicidade são devorados com sofreguidão.

Pelo apanhado que posso fazer cá de casa e de algumas casas que conheço, pela conversa dos pestinhas, pelos pedidos constantes a cada anúncio, já percebi que tudo tem sucesso para o universo infantil: ele são punhos de hulk, ilhas de peter pan, quintas da playmobil, trotinetes, barcos do capitão gancho, jogos de todos os tipos, digimons, bayblades, matraquilhos, jogos para game boy e consola, etc, etc.

Embora só tenha rapazes (como se depreende), já pedem brinquedos de menina para a irmã que ainda nem nasceu e para as primas e aí a coisa melhora um pouco: barbie lago dos cisnes, nenucos gémeos, mais a banheira, a cadeira de passeio, a cadeira para comer, pin pons, o carocha da barbie, a carruagem, o ken princípe dos cisnes, pedras para fazer colares, pinturas faciais, etc, etc.

Perante um quadro destes é difícil perceber do que gostam realmente. Vamos esperar pelos catálogos de brinquedos que estão aí a chegar e dar-lhes duas ou três opções (como se isso fosse possível!)...

Nos grandes

O Natal é realmente uma quadra de contradições, pelo menos para mim, adoro-a, mas consigo ficar feliz e nostálgica ao mesmo tempo, sentir uma alegria intensa com tudo o que a rodeia e nostálgica de natais passados e de uma ou outra situação presente que me entristece.

As luzes, as compras, os manjares, a família reunida, as crianças felizes, o presépio, o velhinho da coca-cola, vulgo Pai Natal, o cheiro e o fumo das castanhas assadas, as roupas quentinhas são realmente um cenário de contos de fadas.

MAS...também existem aqueles casos, não tão raros assim, de pessoas que atingem os 40º nesta febre do jingle bells, como são o caso da minha cunhada Margarida e da minha amiga Ana. Aí é que a coisa atinge proporções alarmantes, porque transformam as casas em verdadeiros paraísos de Natal, com árvores gigantes, enfeites por todo o lado, desde a cozinha à casa de banho, passando pela sala e por todos os quartos, sem esquecer a piscina (a das tartarugas também, aposto!), canções, luzes, etc, etc .

Mas em jeito de conclusão o Natal é o máximo, felizmente e ao acontrário do que diz a sabedoria popular ("O Natal é quando um Homem quiser") é só uma vez por ano! Ficariamos ainda mais descapitalizados, mais gordos e com as casas mais atafulhadas de tralhas se o pudessemos comemorar várias vezes por ano.

Livra, nem é bom pensar!


terça-feira, novembro 11, 2003

Palete de Cores 

Pode dizer-se que foi um almoço bastante colorido, entre, vermelho Ferrari, verde lamborghini, rouge framboise (que bem que soa!) e branco tingindo de um suave bege, comi uma fatia de pizza (por sinal óptima), uma água e um café.

Mas tinha ao meu lado duas carinhas tão felizes, uma mesmo hilariante com as possibilidades da palete e com as alterações que a mesma irá provocar no seu ninho.

Quem vai ficar ainda mais feliz é a Eva (não a do Adão, mas a do gato Jacinto) que vai ter uma super parede ao seu lado.

Estou hiper convencida que não fizestes uma má aposta, mas amanhã vou querer ir confirmar...(percebestes a subtileza?)

Vamos ficar com dois palácios das 1001 noites e muita gente feliz (quem lá mora e quem as visita).

Benditas paletes de cores!

Psicopata! Quem eu??? 

Só me faltava esta frase que acabei de receber, via mail: "uma das características dos psicopatas é terem um blog".

Isso quer dizer que eu sou uma potencial psicopata, ou que devo desconfiar de todos os bloggers que conheço e não só???

Há cada uma, uma pessoa já nem pode estravazar à vontade, que já é considerada esquisita (requintada, pelo menos para nuestros hermanos).

Realmente confesso que tenho um "não-sei-o-quê" de psicopata, passo a vida a tentar matar, a matar e a adorar matar...O TEMPO!

Daí se depreende qualquer distúrbio psíquico, e como tal implica ter um blog...e adorar blogar...

90 Anos a lutar de vermelho! 

Quer se goste quer não, vai ficar para a história.
Os nossos filhos e netos vão conhecê-lo pelos livros de História de Portugal.

Fez 90 anos, são muitos anos, ainda mais pensando que levou 70% desses anos a lutar por uma causa, a defender ideologias muito suas, sempre com a mesma convicção.

Até lhe podem chamar cassete, catavento nunca. Repetiu inúmeras vezes as suas ideias, mas nunca mudou de opinião para agradar a ninguém.

Rosa, laranja, vermelho, seja qual for a cor que mais nos agrada, este Senhor ficará eternamente vermelho no pensamento de todos e dificilmente o esqueceremos, quer gostemos ou discordemos da sua ideologia.

"Falem bem ou falem mal, o que interessa é que falem e nunca me esqueçam".

Para bom entendedor... 

Embora tenha gostado, acha que eu faço do blog o meu diário pessoal, talvez tenha razão.

Acha os blogs uma palhaçada (talvez mais soft). Ainda lhe disse: quem nunca andou pela blogoesfera não existe...

"Tá bem abelha"! Tenho mais que fazer.

Ok, vou deixar de me personalizar, passo ao quotidiano nacional ou mesmo internacional, ficam as memórias para outro espaço.


Hoje é dia de São Martinho, comam muitas castanhas e, se puderem, encharquem-se em vinho! Último dia de Golegã, de cavalos e vaidades.

segunda-feira, novembro 10, 2003

Vidas...A minha! 

Sentei-me a pensar (no canto do sofá), adoro aquele cantinho onde penso, converso, vejo TV e durmo que nem um anjo diante de qualquer programa, do mais interessante ao mais banal.

Pensei em tudo e não pensei em nada.

Basicamente revi o meu quotidiano, o meu dia-a-dia, e fiquei feliz por saber que tenho todas as condições para o ser (Feliz) quase sempre.

Já lá vão uns anos que decidi, ou melhor e ao contrário do que ele diz, decidimos, casar. Toda a vida tinha apregoado que era uma daquelas coisas que não iria fazer.

Mas fiz, talvez por ter encontrado alguém que me completa, que me compreende, que me faz rir e chorar, que partilha comigo as alegrias e preocupações. Daquelas pessoas que pensamos que gostávamos que existissem, mas não acreditamos realmente que existam!

Por vezes, nem precisamos de falar para nos entender ou ficamos calados a olhar um para o outro e de repente sai-nos a mesma palavra da boca. Deve ser Amor!!!

E os princípes, super desejados, super amados.
Gritam, berram, zangam-se, ficam doentes, constipados, ranhosos, sujos e rasgados, mas dão-me tantas alegrias que já não imagino a minha existência sem eles.

Quando a casa está em silêncio: os anjos dormem, o princípe está às voltas com o computador ou outra tarefa qualquer sento-me, no canto do sofá, e penso que tenho tudo para ser feliz.

Para além das três estrelas que iluminam o meu dia e de cuidar dos preparativos da 4ª que está a chegar, ainda tenho tempo para os amigos, para sair de vez em quando, para ver montras e fazer compras (quando o orçamento permite) e passar uns fins de semana muito "outdoor".

Só não consigo realizar um grande desejo, que talvez com o tempo o convença (ao princípe), viver no campo, ter uma casinha linda, branquinha com um jardim cheio de flores e árvores de fruto (uma ginjeira pelo menos!) e um parque infantil para os anjos e cª e uma sala enorme para fazer festas de aniversário e jantares para a família e amigos.

Também me falta cortar uns laços com o passado, daqueles laços que só fazem mal e estragulam. As recordações são muito boas mas tenho de tentar não me envolver tanto com elas.

Mesmo considerando os dias piores, aqueles em que o cansaço domina, aqueles em que não tenho pachorra para ouvir e aturar ninguém o balanço da minha existência é muito positivo.

Sim, é verdade, sou feliz, tenho quase tudo o que desejo, com os variados limites que a vida impõe.

Não sei porque pensei nisto, muito menos porque o escrevi, mas como dizem algumas das minhas amigas: devem ser as hormonas...

Fora de Casa 

Estás tão crescido. Até já dormes fora de casa.

Estou a ver que já não falta tanto assim para escrever o "Sózinho em Casa".

Sei que estavas bem entregue, muito bem mesmo, mas deu-me um friozinho no estômago. Pensar que não estavas ali debaixo da minha asa.
Não foi o mesmo que deixar-te em casa dos avós, ele são de certa forma um prolongamento de nós próprios.

Em casa de amigos já tem conotação de uma certa independência, de um estatuto que só é permitido aos "grandes".
Não quero que crescam depressa demais...Adoro os meus pitorrinhos assim mesmo, pequeninos.

Às vezes penso como seria divertido vivermos na "Terra do Nunca" (essa mesmo a do Peter Pan), mas depois sinto-me egoista, é claro que eu quero que vcs crescam e tenham a oportunidade de aprender, de ensinar, de construir a vossa própria vida, mas tudo bem devagar, para eu poder aproveitar cada momento desse processo.

Terminada a nostalgia desta fuga de fim de semana, que foi tão divertida para ti e tão repousante para mim, voltámos à nossa rotina diária, que tento cada dia contrariar e tornar ligeiramente diferente.

Hoje à castanhas, S. Martinho antecipado, vai ser muito divertido.

Adoro-vos, aos dois!


sexta-feira, novembro 07, 2003

Supé Bem...Supé in! 

Olá Fôfos e Fôfas,

Tava eu supé bem sentada, num soalho supé bem tratado da casa xiquérrima da minha amiga supé in Ana, quando ouvi uma notícia horrrrrrrível.

O meu querido Zé Castelo Branco e a Bettyzinha apanhados em flagrante delito, qu'horror! Como é que pode acontecer uma coisa tão absurda com estes dois queridos?

Tenho a certeza qu'alguém, alguma alminha penada lhes pôs aquilo (não se deve dizer o nome, para não se mostrar que se sabe, tão a ver!) no necessaire.

Oh meu querido não desespere, tudo se há-de esclarecer e quando virem o enorme disparate que cometeram com o menino, mandam-no logo de volta à sua Bettyzinha.

Se puder passo aí à hora de almoço para lhe levar o caviar e o moet chandom e uns sais fantásticos para o banho. O leite de cabra é que é difícil porque os guardas não deixam passar, tinha de ser um contentor da Vigor e dava demais nas vistas...

Também lhe levo os seus chinelinhos de quarto Louis Vitton pró rico não se constipar.

E querido tenho um aviso a fazer-lhe não se aproxima da ala poente, onde está aquele horroroso e supé piroso Bibi. É que o menino com essa carinha de bébé chorão ainda marcha também!

Até logo fôfo, vou comprar pralinés e trufas para lhe levar, não quero que passe mal. O menino fica com uma carinha e um beicinho quando está mal disposto que parece um allienzinho...Tadinho é um querido!

quinta-feira, novembro 06, 2003

Tás a ficar esperta!!! 

Até já conseguistes por links, para dois super blogs, no teu canto do sofá...

Estás a ficar esperta Titas!!!


Bolos 

Também quero bolo!!! Anda uma cristã desesperada sem puder comer doces (porque estou com uns malditos diabetes gestacionais) e agora vêm-me dizer que estão a comer o's e sei lá que mais, só falta dizer que o bolo até está bom, fresquinho e é de chocolate...

Até logo, vou-me ali suicidar...

Arco Iris 

Adoro a Catarina, adoro o 100nada, mas estou completamente baralhada. Cada vez que vou ao blog a casa mudou de pintura, de layout e nunca sei se entrei na casa dela ou na da Ana!!!

Agora que fui lá espreitar não vi cor, saiu para almoçar ou entrei na casa errada???

Verdade, verdadinha é que o 100nada é uma surpresa de 1000folhas e 1000cores que lhe ficam muito bem...

Fico á espera que a cor volte de almoço.

Beijinho Caty Lu. Sou fã!

Estranho Modo de Vida? 

Zen
O que é?
(Fonte: LifeCooler 2003-11-04)

"Este termo que extravasou o seu âmbito original, pode hoje ser aplicado a ambientes, estados de espírito e até ao sexo... Humm. Antes de avançarmos mais, convém perceber o que é comum a tudo isto. Zen significa alcançar o verdadeiro “eu”, entender-se a si mesmo para então compreendermos os outros. Estar-se zen é sentir-se calmo, sereno e cheio de paz interior. É o caminho para o conhecimento. Mas essa não é também a essência do sexo?


Pelo menos é esta a tese de Philip Toshio Sudo, o autor do livro “Sexo Zen, O caminho do sexo”. Ele vai mais além a ponto de considerar este tipo de sexo o melhor que se possa ter. Mas para saberes mais ou compras o livro ou compras o livro porque pesquisando na internet não encontras muitos exemplos práticos. E afinal é isso o mais importante, saber como se põe em prática uma teoria. Porque sem conhecimento de causa não podes discutir o assunto.

Os esforços devem valer a pena porque segundo pesquisámos, esta forma de sexo, não só dá como garantido o orgasmo como modifica a nossa forma de estar e pensar. Promete!

E nunca percam de vista que o foco do zen é a meditação embora a filosofia zen tente reduzir ao mínimo as doutrinas e o estudo das escrituras sagradas. Como qualquer escola budista, o zen mantém-se à parte de dogmas e preconceitos (daí o sexo) e de tudo o que receba o nome de religião.

A palavra aplicada a um local significa um rompimento do que é comum e quotidiano. Um sítio assim apresenta uma maior união com a Natureza e stress aqui não tem entrada. Para desfrutar do despertar da consciência precisamos apreciar com todos os sentidos. São cores, cheiros, sons e formas. Numa palavra, sensações."


Vá la malta, vamo-nos por Zen's...

quarta-feira, novembro 05, 2003

Parabéns ao Meu Melhor Amigo 

O João Maria é tão meu amigo, tão meu amigo que podia ser meu primo...

Estamos sempre a brincar quando estamos juntos, às vezes zangamo-nos mas depois fazemos as pazes.

Agora até já uso óculos como ele, assim ainda ficamos mais amigos, temos de ter os dois cuidado para não os partir!

Estou contente porque sei que ele faz anos e vai fazer uma festa naquela ilha que eu gosto muito!

Os pais tiram-nos umas fotos muito cómicas, em que nós ficamos com imensa cara de patetas e nós rimo-nos muito das nossas caras.

O Gonçalinho também gosta imenso do João, mas ele não lhe liga muito, porque ele é pirralhinho, por isso, o Gonçalo diz que gosta mais do Tio André.

A mãe disse-nos que o João fazia anos hoje, mas só o vamos ver no sábado na festa, por isso, estamos ansiosos que chegue sábado. Já contei, faltam dois dias o de hoje já não conta!

Parabéns amigo João Maria, o meu melhor amigo.

GUI


terça-feira, novembro 04, 2003

O Gordo Volta a Atacar! 

Outra vez aquele gordo imbecil???Não!!!!!

Não tenho absolutamente nada contra os gordos (até porque não tenho qualquer tipo de imunidade para falar, gorda como estou!), mas por favor já levámos com ele tempo demais.

A família Barroso Soares parece uma praga, estão em todo o lado, principalmente nas rodas dos carros...(sim porque a EMEL tinha/tem um "dedo" bem grande de uma tal Olimpia ex-Soares!)

Agora que o senhor vislumbrou uma nova e fantástica oportunidade de subir à ribalta lá está ele outra vez a bajular-se e a auto-elogiar-se. Por favor, a modéstia é uma óptima companheira da politica e não só!

Por favor, Dr. Ferro Rodrigues, faça qualquer coisa, mas não permita que este homem o substitua. Se os socialistas e o País acham que a oposição está mal, quando ele subir ao trono é que a coisa vai descambar.

Fiquem contentes os socialistas reformados, pois passeios e visitas não lhes vão faltar. Começa já com a grande maratona das luzes de Natal...

O que mais me assusta é que ele deve ser um género de Deus ou coisa parecida, pois quem escapou ileso a uma queda de avião escapa a tudo.

Vamos poder vê-lo durante os próximos 100 anos, ora na CML, ora no Governo, ora à janela de casa, ali prós lados do Campo Grande.

Que me perdoem os fãs de tão tenebrosa criatura, mas não vejo nele qualquer solução, nem politica, nem coisa nenhuma. Além disso, breve breve ele vai ter fraldas para mudar, fica o conselho: dedique-se á puericultura, só lhe fica bem!

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